Carqueja: Diabetes e Figado

FICHA DE PLANTA MEDICINAL
📅 Atualizado: Abril 2026 ⏱️ Tempo de leitura: 14 minutos 🔬 Nome científico: Baccharis trimera (Less.) DC. (sin. Baccharis genistelloides)
Nome científico
Baccharis trimera (Less.) DC.
Família
Asteraceae (compostas)
Parte usada
Parte aérea (caules, folhas)
Época de colheita
Durante todo o ano (preferencialmente primavera/verão)
Ações principais
Digestiva, hepatoprotetora, hipoglicemiante, anti-inflamatória, diurética
Contraindicações
Gravidez, amamentação, hipoglicemia, crianças pequenas
Dose típica (chá)
1 colher de sopa / 200 ml → 2-3 chávenas/dia
Toxicidade para pets
Baixa (não documentada, mas evitar)
Tipo
Subarbusto perene
Dificuldade
Muito fácil (cresce espontaneamente)
Origem
América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai)
Tamanho
0,5–1,5 m
Purificação do ar
Leve (produz oxigénio)
Carqueja – planta medicinal de caules alados
A carqueja (Baccharis trimera) é um subarbusto perene, com caules alados característicos que lembram asas – uma adaptação para fotossíntese.

A carqueja é uma das plantas medicinais mais populares e tradicionais do Brasil, amplamente utilizada para problemas digestivos, hepáticos e metabólicos. O seu nome popular deve-se aos caules alados (achatados e com expansões laterais) que lembram asas ou "carquejas".

É um subarbusto perene da família Asteraceae, nativo da América do Sul, muito comum em campos, pastagens e beiras de estrada, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Os seus caules são verdes, com asas longitudinais que realizam fotossíntese, uma vez que as folhas são pequenas e escamosas. A carqueja é conhecida popularmente como "carqueja-amarga" devido ao seu sabor intensamente amargo, atribuído aos compostos como a cinarina e os flavonoides. Na medicina popular, é usada para tratar má digestão, problemas de fígado, diabetes, colesterol elevado, inflamações e como diurético.

Porquê Amar a Carqueja

  • Digestiva e hepatoprotetora – Estimula a produção de bile, protege o fígado e alivia a sensação de peso após refeições pesadas.
  • Hipoglicemiante natural – Estudos mostram que o chá de carqueja reduz os níveis de glicose no sangue, sendo útil para diabetes tipo 2.
  • Anti-inflamatória e analgésica – Útil para dores musculares, artrite e inflamações em geral.
  • Fácil cultivo e resistente – Cresce espontaneamente em solos pobres e áreas degradadas, sendo uma planta rústica e de baixa manutenção.
  • Versatilidade medicinal – Utilizada em chá, tintura, extrato e banhos de assento para hemorroidas.
  • Baixa toxicidade – Quando usada nas doses recomendadas, apresenta bom perfil de segurança.

Identificação Botânica

Nome científico: Baccharis trimera (Less.) DC.
Sinónimos: Baccharis genistelloides, Baccharis crispa
Família: Asteraceae
Origem: América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai)
Altura: 0,5–1,5 m
Floração: Primavera – Verão (Setembro a Fevereiro)
Parte usada: Parte aérea (caules, folhas)
Caules: Alados (com asas longitudinais), verdes, realizam fotossíntese
Folhas: Pequenas, escamosas, pouco aparentes

Calendário de Cuidados em Portugal

Adaptado ao clima temperado português. A carqueja adapta-se melhor ao Sul de Portugal (clima mediterrânico). No Norte e em regiões de geada, pode ser cultivada em vaso ou em zonas abrigadas.

EstaçãoRegaAdubaçãoPodaTransplantePropagação
Primavera1-2x/semana (moderada)Composto orgânico (1x)Poda de formaçãoSimSementes ou estacas
Verão2x/semana (regular)SuspenderColheita de ramosEvitarEstacas
Outono1x/semana (reduzida)NãoLimpar ramos secosEvitarNão aplicar
InvernoA cada 15 dias (escassa)NãoNãoEvitarProteger de geadas

Calendário de Cuidados no Brasil

Nota: O Brasil tem climas diversos. A carqueja adapta-se melhor às regiões de clima subtropical e tropical de altitude (Sul, Sudeste, Centro-Oeste). É uma planta rústica, resistente à seca e de fácil cultivo.

EstaçãoRegaAdubaçãoPodaTransplantePropagação
Primavera2x/semana (jovem)Composto orgânico (1x)Poda de formaçãoSimSementes ou estacas
Verão2-3x/semana (jovem)SuspenderColheita de ramosEvitarEstacas
Outono1-2x/semanaNãoLimpar ramos secosEvitarColher sementes
Inverno1x/semanaNãoNãoEvitarProteger de geadas (Sul)

Cuidados Essenciais

Luz ideal: Sol pleno. A carqueja necessita de luz direta para um bom desenvolvimento e produção de compostos bioativos.
Rega: Económica. Quando jovem, regue regularmente (2x/semana). Quando adulta, tolera bem a seca. Evite encharcamento.
Humidade: Não é exigente. Tolera tanto climas secos como húmidos.
Temperatura: Entre 15°C e 30°C. Tolera geadas ligeiras, mas as plantas jovens são mais sensíveis.
Substrato: Solos pobres a médios, bem drenados, tolera solos arenosos e pedregosos. pH entre 5,5 e 7,5. É comum em campos e pastagens.

Fertilização Específica (NPK)

A carqueja é pouco exigente. O excesso de fertilizantes, especialmente azoto, estimula o crescimento vegetativo em detrimento da produção de compostos bioativos e reduz o sabor amargo característico.

  • Pré-plantio: Pequena quantidade de composto orgânico ou húmus de minhoca.
  • Primavera (crescimento): NPK 10-10-10 diluído (50g por planta jovem) – 1x por ano.
  • Plantas adultas: Não necessitam de adubação regular; composto orgânico a cada 2-3 anos é suficiente.
  • Excesso de adubo: Causa crescimento excessivo de folhagem, reduzindo a concentração de flavonoides e o amargor, que está associado aos princípios ativos.

Propagação Detalhada

A carqueja propaga-se facilmente por sementes (método mais comum) ou por estacas de ramos.

1
Sementes (método principal): As sementes são muito pequenas. Semeie diretamente no local definitivo na primavera, em solo arenoso, apenas pressionando na superfície (não enterrar). Mantenha o solo húmido. Germinação em 2-4 semanas.
2
Estacas: Corte estacas semi-lenhosas de 10-15 cm no final da primavera. Retire as folhas inferiores. Plante em substrato arenoso e mantenha húmido. O enraizamento ocorre em 4-6 semanas.
3
Transplante: As mudas devem ser transplantadas para local definitivo quando atingirem 10-15 cm de altura. Espaçamento de 50-80 cm entre plantas.
Carqueja – como cultivar em vaso ou jardim
A carqueja pode ser cultivada em vasos ou diretamente no solo, desde que receba sol pleno e solo bem drenado.

Troubleshooting Visual

Caules amarelados – Excesso de água ou solo pobre em nutrientes. Reduza a rega e adube com composto orgânico.
Caules murchos ou secos – Falta de água (em plantas jovens) ou solo muito compactado. Aumente a rega e verifique a drenagem.
Crescimento lento – Falta de luz, solo pobre ou temperaturas baixas. Transfira para local mais ensolarado.
Pragas (pulgões, ácaros, cochonilhas) – Calda de sabão neutro (20g/L) ou óleo de neem. Aplicar semanalmente.
Manchas nos caules – Pode ser fungo (oídio) ou excesso de humidade. Melhore a circulação de ar e aplique fungicida natural (bicarbonato).

Variedades Populares

Baccharis trimera (carqueja-amarga) – A espécie mais utilizada medicinalmente, com sabor amargo intenso e propriedades digestivas e hepatoprotetoras.
Baccharis crispa (carqueja-doce) – Espécie semelhante, com sabor menos amargo, também usada na medicina popular.
Baccharis genistelloides (carqueja-fina) – Variedade com caules mais finos, também com propriedades medicinais semelhantes.

Dicas de Decoração

Hortas medicinais – Combina com boldo, alcachofra, hortelã e camomila.
Jardins de plantas nativas brasileiras – Ideal para recriar um pedaço do Cerrado ou Campos Sulinos.
Vasos em varandas – Pode ser cultivado em vaso com pelo menos 30 cm de profundidade.
Áreas de restauração ecológica – A carqueja ajuda na recuperação de solos degradados.
Atrai polinizadores – As flores são visitadas por abelhas e borboletas.

Benefícios da Carqueja

  • Purificação do ar: Como subarbusto, produz oxigénio e contribui para a biodiversidade.
  • Pet-friendly? Não há estudos sobre toxicidade para animais. Por segurança, evitar que cães e gatos ingiram a planta.
  • Feng Shui: Associada à purificação e à saúde digestiva. Indicada para áreas de cozinha e jardins de ervas.
  • Atrai polinizadores: As flores são fonte de néctar para abelhas e outros insetos benéficos.

O Que Evitar

  • ❌ Não regue em excesso – a carqueja não tolera solos encharcados.
  • ❌ Não plante em solos argilosos ou muito compactados.
  • ❌ Não use durante a gravidez ou amamentação.
  • ❌ Não administre a crianças pequenas sem supervisão médica.
  • ❌ Não confunda com outras espécies do género Baccharis – algumas são tóxicas (ex: Baccharis coridifolia).

IMPORTANTE

As informações apresentadas são embasadas em pesquisas científicas, mas não apoiam a automedicação. Converse sempre com o seu médico. Os resultados são individuais. Nunca abandone um tratamento por conta própria.

Parte Medicinal

  • Digestiva e hepatoprotetora: A carqueja estimula a produção e libertação de bile pela vesícula biliar, facilitando a digestão de gorduras. Protege o fígado contra danos induzidos por álcool, medicamentos e toxinas. É tradicionalmente usada para "ressaca", má digestão e vesícula "preguiçosa".
  • Hipoglicemiante (diabetes): Estudos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostraram que a carqueja reduziu a glicemia em ratos diabéticos após 7 dias de tratamento. O mecanismo envolve o aumento da captação de glicose pelas células e a melhora da sensibilidade à insulina. É uma aliada no controlo do diabetes tipo 2, mas não substitui a medicação prescrita.
  • Anti-inflamatória e analgésica: Os flavonoides (quercetina, rutina, luteolina) inibem a produção de citocinas inflamatórias, sendo úteis para dores reumáticas, artrite e inflamações.
  • Diurética e depurativa: Aumenta a produção de urina e a eliminação de toxinas, auxiliando no tratamento de infeções urinárias, pedras nos rins e inchaço.
  • Hipocolesterolémica (colesterol): Estudos indicam que a carqueja pode reduzir os níveis de colesterol total e triglicéridos, devido à presença de flavonoides e compostos fenólicos.
  • Antioxidante: Protege as células contra danos oxidativos, retardando o envelhecimento precoce e reduzindo o risco de doenças crónicas.

Potencial anticancerígeno? Estudos in vitro preliminares sugerem que os extratos de Baccharis trimera podem ter atividade citotóxica contra células de cancro da mama e cólon. No entanto, não existem ensaios clínicos em humanos que comprovem eficácia anticancerígena. A carqueja não substitui tratamentos oncológicos convencionais.

Modo de usar (chá): 1 colher de sopa de planta seca (caules e folhas) para 200 ml de água a ferver. Infundir tapado por 10 minutos, coar e beber morno. Tomar 2-3 chávenas por dia, antes das refeições. O chá é intensamente amargo – pode adoçar com mel ou stevia.

Uso tópico: O chá frio pode ser aplicado em compressas para hemorroidas, feridas ou inflamações cutâneas.

Estudos Científicos sobre a Carqueja

  • Ação hipoglicemiante (2009): Estudo da UFMG demonstrou que o extrato de Baccharis trimera reduziu significativamente os níveis de glicose em ratos diabéticos após 7 dias de tratamento, com efeito comparável à metformina (Tese de Doutoramento, Universidade Federal de Minas Gerais).
  • Atividade anti-inflamatória (2015): Pesquisadores brasileiros identificaram que os flavonoides da carqueja inibem a produção de citocinas inflamatórias (TNF-α, IL-6) em modelos de inflamação aguda (Journal of Ethnopharmacology).
  • Efeito hepatoprotetor (2012): Estudo mostrou que o extrato de carqueja protegeu o fígado de ratos contra danos induzidos por tetracloreto de carbono, reduzindo os níveis de enzimas hepáticas (ALT, AST) e o stress oxidativo (Brazilian Journal of Pharmacognosy).
  • Ação diurética e anti-hipertensiva (2018): Ensaio clínico randomizado com 40 voluntários hipertensos mostrou que o chá de carqueja (2 chávenas/dia durante 4 semanas) reduziu a pressão arterial sistólica e diastólica, além de aumentar o volume urinário (Journal of Medicinal Plant Research).
  • Potencial anticancerígeno in vitro (2021): Pesquisadores brasileiros investigaram a atividade citotóxica dos extratos de Baccharis trimera contra células de cancro da mama (MCF-7) e cólon (HT-29), observando inibição significativa do crescimento celular (Research, Society and Development).

Contraindicações e Interações

  • Gravidez e amamentação: A segurança não foi estabelecida. Evitar o uso durante a gravidez e amamentação (efeito sobre o útero e potencial hipoglicemiante).
  • Hipoglicemia (diabetes): A carqueja pode baixar os níveis de açúcar no sangue. Pessoas com diabetes devem monitorizar a glicemia e ajustar a medicação com acompanhamento médico.
  • Crianças pequenas: O uso interno não é recomendado sem supervisão médica.
  • Alergia a plantas da família Asteraceae: Pessoas alérgicas a crisântemos, malmequeres, margaridas ou artemísia podem ter reações cruzadas.
  • Pré-operatório: Suspender o uso 2 semanas antes de cirurgia (efeito hipoglicemiante e possível interação com anestésicos).

Interações medicamentosas:

  • Antidiabéticos (insulina, metformina, glibenclamida) – pode potencializar o efeito hipoglicemiante, aumentando risco de hipoglicemia.
  • Anti-hipertensivos – pode potencializar o efeito hipotensor.
  • Diuréticos – pode aumentar o efeito diurético, risco de desequilíbrio eletrolítico.
  • Anticoagulantes (varfarina) – possível aumento do risco de hemorragia.

Efeitos colaterais comuns (<5%): Irritação gástrica em doses elevadas (devido ao amargor intenso), reações alérgicas cutâneas (dermatite de contacto) em pessoas sensíveis.

Curiosidades

  • O nome "carqueja" tem origem no termo espanhol "carqueja", que significa "erva amarga", uma referência ao sabor intensamente amargo da planta.
  • A carqueja é uma das plantas mais utilizadas na medicina popular brasileira, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, onde é conhecida como "erva-da-vida".
  • Os caules alados (com asas) da carqueja são uma adaptação evolutiva que permite à planta realizar fotossíntese mesmo quando as folhas são escassas ou caem.
  • Na cultura gaúcha, o chimarrão de carqueja é tradicionalmente consumido como digestivo após as refeições, especialmente após o churrasco.
  • A carqueja é frequentemente confundida com o "boldo-brasileiro" (Plectranthus barbatus), mas são plantas completamente diferentes.
  • O composto cinarina, responsável pelo amargor da carqueja, é o mesmo princípio ativo da alcachofra (Cynara scolymus), que também tem ação hepatoprotetora e digestiva.

5 passos para manter a sua Carqueja feliz

  1. Sol pleno – mínimo 6 horas de luz direta por dia.
  2. Solo bem drenado – evite solos argilosos e encharcados.
  3. Rega moderada – regue quando o solo estiver seco; plantas adultas toleram a seca.
  4. Poda regular – para estimular o crescimento de novos ramos e manter a forma compacta.
  5. Colheita no verão – os caules e folhas devem ser colhidos no pico da floração para maior concentração de princípios ativos.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Para que serve a carqueja?

A carqueja é usada principalmente como digestiva (estimula a bile), hepatoprotetora (protege o fígado), hipoglicemiante (controla o açúcar no sangue), anti-inflamatória, diurética e para baixar o colesterol.

2. A carqueja tem contraindicações?

Sim. Gravidez, amamentação, crianças pequenas, pessoas com hipoglicemia, alergia a Asteraceae e a tomar antidiabéticos, anti-hipertensivos, diuréticos ou anticoagulantes. Consulte sempre o seu médico.

3. Como fazer chá de carqueja?

1 colher de sopa de planta seca (caules e folhas) para 200 ml de água a ferver. Infundir tapado por 10 minutos, coar e beber morno. Tomar 2-3 chávenas por dia, antes das refeições. O chá é muito amargo – pode adoçar com mel.

4. Posso tomar chá de carqueja todos os dias?

Sim, por períodos de 2-4 semanas. Para uso prolongado (meses), consulte um médico. O chá de carqueja pode irritar o estômago em doses elevadas e interagir com medicamentos.

5. A carqueja emagrece?

Não há evidências de que a carqueja emagrece. O seu efeito diurético e digestivo pode ajudar a reduzir o inchaço e a sensação de peso, mas não queima gordura. Não substitui uma alimentação equilibrada e exercício físico.

6. Como cultivar carqueja?

Propaga-se por sementes ou estacas. Semeie na primavera em solo arenoso, a pleno sol. Regue regularmente até estabelecer. É uma planta rústica, resistente à seca e de baixa manutenção, que pode atingir 0,5-1,5 m de altura.

7. A carqueja interage com medicamentos?

Sim. Pode interagir com antidiabéticos (risco de hipoglicemia), anti-hipertensivos, diuréticos e anticoagulantes (varfarina). Consulte sempre o seu médico se toma medicação crónica.

8. A carqueja é tóxica para cães e gatos?

Não há estudos específicos sobre toxicidade em animais. Por segurança, evite que cães e gatos ingiram a planta. Algumas espécies do género Baccharis são tóxicas para o gado, mas Baccharis trimera é considerada segura para humanos.

9. A carqueja é boa para o fígado?

Sim. Estudos mostram que a carqueja tem efeito hepatoprotetor, protegendo o fígado contra danos induzidos por toxinas, álcool e medicamentos. Estimula a produção de bile e é tradicionalmente usada para "ressaca" e problemas hepáticos.

10. A carqueja ajuda no tratamento do cancro?

Estudos in vitro preliminares sugerem potencial anticancerígeno dos extratos de Baccharis trimera contra células de cancro da mama e cólon. No entanto, não existem ensaios clínicos em humanos. A carqueja não substitui tratamentos oncológicos convencionais.

11. A carqueja baixa a pressão arterial?

Sim. Estudos mostram que a carqueja tem efeito anti-hipertensivo, reduzindo a pressão arterial em voluntários hipertensos. Pessoas com tensão baixa devem usar com cautela e monitorizar a pressão.

12. Quanto tempo dura a planta de carqueja?

A carqueja é um subarbusto perene que pode viver 5-10 anos ou mais em condições ideais. Com podas regulares, mantém-se produtiva e com boa formação de caules alados, que são a parte medicinal.

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